quinta-feira, 15 de julho de 2010

BUSCANDO



CERTA VEZ, OUVI DIZER QUE RIBEIRINHO É AQUELE QUE DESEJA SER O OUTRO DE SI MESMO.PORÉM,QUANDO VIVENCIAMOS SUA HISTÓRIA, COMPREENDEMOS QUE O FATO DE SER E ESTAR MISTURA-SE EM UM SÓ MOVIMENTO DE TORNAR-SE O OUTRO PARA CONSTRUIR.

O FIM DE TARDE MARAJOARA É ALGO SINGULAR.
A SINFONIA DAS AGUAS MARAJOARAS NOS IMPULSIONAM A RESGATAR A IDENTIDADE DESTES POVOS.

terça-feira, 13 de julho de 2010

A CAMPANHA JÁ COMEÇOU

"Para resgatar é preciso avançar"


À Tarde desta Terça- feira (13), foi marcada por uma multidão vestida de vermelho que deu inicio a caminhada a partir do Mercado de São Brás percorrendo algumas ruas como: Guerra Paasos, Cipriano e Baixa da Gentil assinalando o registro da campanha oficial para a reeleição da governadora Ana Júlia ( PT), no Pará, pela coligação "Acelera Pará".



terça-feira, 1 de junho de 2010

Palestra no Município de Curralinho, apresentando o TAU (Termo de Autorização de Uso) para as familias ribeirinhas...













Palestra sobre o Projeto Nossa Varzea no Rio Mapuá Município de Breves.

Minha palestra sobre o Projeto Nossa Varzea no Município de Melgaço.


Rio Laguna, Município de Melgaço.
Mais um dia em campo, conhecendo a realidade das familias ribeirinhas no Municipio de Afua.
Atividade de campo, orientando a ribeirinha quanto ao Projeto Nossa Varzea no Municipio de Afuá.

Itamar Monteiro e a Drª. Alexandra Hesk, após a premiação no auditorio da ENAP.

Noite de embarque para receber o premio em Brasilia.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010


Nosso Estadista Global e Presidente Luis Inácio Lula da Silva discursando para as familias ribeirinhas do Municipio de Breves para a entrega dos TAU'S( TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO)


DR. Neuton Miranda fazendo entrega do TAU( Termo de Autorização de Uso) a ribeirinha do Municipio de Breves.








NAVEGAR PELO MARAJÓ


O arquipélago do Marajó é a maior ilha fluvial do mundo, com cerca de 50 mil quilômetros quadrado que compreende 16 municípios, 512 ilhas e uma população habitacional ribeirinha de aproximadamente 80.000 famílias. Esta localizado ao norte do Estado do Pará. Navegar pelas águas dos rios marajoara é um presente mágico de Deus. A vista exuberante leva-nos a refletir a história sofrida da sociedade ribeirinha que vive as margens da exclusão social em pleno século XXI.
Adentrar neste universo é analisar um povo que possui uma força interior que nos leva a discutir esse calidoscópio cultural, composto por tradições e fenômenos que expressão seu conjunto de simbolismo e tradição como num conjugado de enunciados que possibilitam a discussão de seus códigos de identificação.
Partilhado pelo olhar de quem vivencia o embrionário dessa diversidade cultural e suas diferenças, valorizamos suas praticas com intuito de promover seu reconhecimento nas diversas formas de luta contra a desigualdade social.
Sabemos que esse trabalho é um desafio, pois consolida o direito de resgate a cidadania e a moradia defendendo desta forma a característica da comunidade ribeirinha no Marajó.
Ainda falta muito, porém a SPU/PA se propôs sair à frente desbravando espaços geográficos e sociais que até então eram desconhecidos, levando políticas públicas. Passamos a enfocar a realidade ribeirinha resgatando um pouco de sua história e trajetória dando ênfase ao processo de reordenação social, retratando a valorização de sua identidade como homem amazônico, a medida que catalogávamos sua experiência cultural e social com o rio.
Com o propósito de legitimar o trabalho adentramos o interior de cada rio pelos municípios aos quais passamos, esquadrinhamos margens, lagos, furos, igarapé e seus braços e afluentes, ou seja, todo e qualquer curso d’água deste imenso arquipélago para dar respostas às necessidades daqueles que tem por dever e obrigação ter seus direitos reconhecidos.
Atuar neste campo leva-nos a compreender o quão abstrato é o concreto dessas comunidades, pois o isolamento geográfico dificulta as relações. Entretanto foi a partir destas questões sociais que a SPU/PA através da inovadora administração do Dr. Neuton Miranda (Superintendente do Patrimônio da União no Pará) dispô-se a pensar, destacando como cenário a região do Marajó.
Integramo-nos com o povo, levantamos propostas e ouvimos respostas quanto a seus posicionamentos de submissão do caboclo mediante aos que se diziam dono da floresta. E assim integramos o ribeirinho solidificando seu processo de luta bem como a formulação de projetos que valorizam suas peculiaridades expressa, sobretudo em sua forma de trabalho agro-extrativista. Visto que estabelecer um olhar compreensivo a necessidade do outro é saber conceber uma vida digna. Estar atento as multifacetas da realidade é revelar a importância da busca de novos direcionamentos.